Kill the Commentators!
Enviado por Rodrigo Borges em ter, 11/11/2008 - 12:33Today’s mass of Bible interpreters have damaged, more than they have helped, our understanding of the Bible. In reading the scholars it has become necessary to do as one does at a play where a profusion of spectators and spotlights prevent, as it were, our enjoyment of the play itself and instead we are treated to little incidents. To see the play, one has to overlook them, if possible, or enter by a way that has not yet been blocked. The commentator has indeed become a most hazardous meddler. If you wish to understand the Bible, then be sure to read it without a commentary.
4. A Regra de Ouro
Enviado por Rodrigo Borges em qui, 10/02/2008 - 01:48
Deus é amor, e aquele que permanece no amor permanece em Deus, e Deus, nele. Ninguém jamais viu a Deus; se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor é, em nós, aperfeiçoado. I João 4.16,12
Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os Profetas. Mateus 7.12
2. O Novo Ser
Enviado por Rodrigo Borges em seg, 09/29/2008 - 23:03
"Pois nem a circuncisão é coisa alguma, nem a incircuncisão, mas o ser nova criatura." Gl 6.15
Se eu fosse perguntado a sintetizar a mensagem cristã para o nosso tempo em duas palavras, eu diria como Paulo: É a mensagem de uma "Nova Criação". Temos lido alguma coisa sobre a Nova Criação em Paulo na segunda carta aos Coríntios. Permita-me repetir uma de suas frases, nas palavras de uma tradução exata: "E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas." O Cristianismo é a mensagem da nova criação, do Novo Ser, da Nova Realidade, que surgiu com a aparição de Jesus que, por essa razão, e só por esta razão, é chamado de Cristo. Para o Cristo, o Messias, o selecionado e o escolhido, é Ele quem traz o novo estado de coisas.
Tillich em Diálogo
Enviado por Rodrigo Borges em seg, 09/15/2008 - 14:56
Oitavo Diálogo
Professor: Eu falei com os membros do seminário e nós concordamos que nesta última reunião, que é nossa oportunidade final de dirigir perguntas ao Dr. Tillich, nós necessitamos manter a discussão tão relevante quanto possível. Têm-me perguntado se eu poderia apresentar as principais perguntas consideradas importantes para eles após todas as nossas reuniões precedentes.
Paul Tillich é um homem perigoso?
A primeira e, com razão, curiosa pergunta é: “Dr. Tillich, não é você um homem perigoso?”
Dr. Tillich: Sim.
Você é aceito
Enviado por Rodrigo Borges em seg, 09/15/2008 - 14:40
"Sobreveio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça". Rm 5.20
Essas palavras de Paulo resumem sua experiência apostólica, sua mensagem religiosa como um todo, e a posição cristã da vida. Discutir essas palavras, ou fazer-lhes o texto em diversos sermões uniformemente, pareceram sempre impossíveis a mim. Eu nunca ousei usá-las antes. Mas algo dirigiu-me a considerá-las há poucos meses, um desejo de testemunhar dois fatos que me sobrevieram, em horas de retrospecção, como todos os fatos determinantes de nossa vida: a abundância do pecado e a superabundância da graça.
Há poucas palavras mais estranhas para a maioria de nós do que “pecado” e “graça”. São estranhas, justamente porque são bem conhecidas. Ao longo dos séculos receberam conotações distorcidas, e perderam tanto de seu poder genuíno que devemos seriamente nos perguntar se podemos usá-las em tudo, ou se devemos rejeitá-las como ferramentas inúteis. Mas há um fato misterioso sobre as grandes palavras de nossa tradição religiosa: elas não podem ser substituídas. Todas as tentativas de fazer substituições, incluindo aquelas que tentei para mim mesmo, falharam em transmitir a realidade que deveria ser expressa; conduziram à conversa rasa e impotente. Não há substitutos para palavras como “pecado” e “graça”. Mas há uma maneira de redescobrir seus significados, a mesma maneira que nos conduz para a profundidade de nossa existência humana. Nessa profundidade essas palavras foram concebidas; e lá ganharam o poder para toda duração da vida; lá devem ser encontradas outra vez em cada geração, e por cada um de nós para si mesmo. Deixemo-nos, conseqüentemente, tentar penetrar os níveis mais profundos de nossa vida, a fim de ver se podemos descobrir neles as realidades de que nosso texto fala.
3. O Poder do Amor
Enviado por Rodrigo Borges em seg, 09/15/2008 - 04:18
"Quando, pois vier o Filho do homem na sua glória, e todos os anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória;
e diante dele serão reunidas todas as nações; e ele separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos;
e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos à esquerda.
Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai. Possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo;
porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me acolhestes;
1. A quem muito é perdoado...
Enviado por Rodrigo Borges em seg, 09/15/2008 - 03:45
"Um dos fariseus convidou-o para comer com ele; e entrando em casa do fariseu, reclinou-se à mesa. E eis que uma mulher pecadora que havia na cidade, quando soube que ele estava à mesa em casa do fariseu, trouxe um vaso de alabastro com bálsamo; e estando por detrás, aos seus pés, chorando, começou a regar-lhe os pés com lágrimas e os enxugava com os cabelos da sua cabeça; e beijava-lhe os pés e ungia-os com o bálsamo. Mas, ao ver isso, o fariseu que o convidara falava consigo, dizendo: Se este homem fosse profeta, saberia quem e de que qualidade é essa mulher que o toca, pois é uma pecadora. E respondendo Jesus, disse-lhe: Simão, tenho uma coisa a dizer-te. Respondeu ele: Dize-a, Mestre. Certo credor tinha dois devedores; um lhe devia quinhentos denários, e outro cinquenta. Não tendo eles com que pagar, perdoou a ambos. Qual deles, pois, o amará mais? Respondeu Simão: Suponho que é aquele a quem mais perdoou. Replicou-lhe Jesus: Julgaste bem. E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; mas esta com suas lágrimas os regou e com seus cabelos os enxugou. Não me deste ósculo; ela, porém, desde que entrei, não tem cessado de beijar-me os pés. Não me ungiste a cabeça com óleo; mas esta com bálsamo ungiu-me os pés. Por isso te digo: Perdoados lhe são os pecados, que são muitos; porque ela muito amou; mas aquele a quem pouco se perdoa, pouco ama." Lucas 7.36-47
A história que nós lemos, como a parábola do filho de Pródigo, é peculiar ao Evangelho de Lucas. Nessa história, como na parábola, alguém que é considerado ser um grande pecador, por outros e por si mesmo, é comparado a pessoas que são consideradas genuinamente íntegras. Em ambos os casos Jesus está do lado do pecador, e o pecador é julgado, indiretamente na parábola pelo íntegro filho mais velho, e diretamente em nossa história pelo Fariseu íntegro.

